Título original: “Gladiator”. Ano: 2000. Direção: Ridley Scott. Roteiro: David Franzoni, John Logan, William Nicholson. Elenco: Russell Crowe, Joaquin Phoenix, Connie Nielsen, Oliver Reed, Derek Jacobi, Djimon Hounsou, David Schofield, John Shrapnel, Tomas Arana, Ralf Moeller, Spencer Treat Clark. País: EUA, Reino Unido, Malta, Marrocos. Produção: Dreamworks Pictures, Universal Pictures, Scott Free Productions, Mill Film, C & L, Dawliz, David Franzoni, Branko Lustig, Douglas Wick. Fotografia: John Mathieson. Música: Lisa Gerrard, Hans Zimmer.
Sinopse: O general romano Máximus (Crowe) é o escolhido do velho imperador Marco Aurélio (Harris) para sucedê-lo e restaurar a república. Porém, antes que a decisão seja anunciada, o filho do monarca (Phoenix) mata-o, mantendo o regime autocrático e imediatamente ordenando que Máximus e sua família sejam mortos por traição. Tendo escapado da execução, e após ver o destino trágico de seus entes queridos, o ex-oficial é vendido como escravo e torna-se um gladiador. Nas lutas de arena, suas habilidades militares logo o tornam uma lenda. Porém, ele não esquece sua missão e planeja vingança.
“Gladiador” trouxe de volta aos holofotes o gênero que marcou as superproduções de Hollywood dos anos 50 e 60, a saber, o épico de História Antiga, ou “sword-and-sandal”. Naquele fim de século XX, porém, o diretor Ridley Scott já podia contar com a ferramenta da tecnologia digital, e dela se utilizou, sem abusar, para reconstruir na tela a Roma antiga e seu majestoso Coliseu. À frente desse cenário, destaca-se a ação do filme, com lutas espetaculares e bem dosadas, na arena e fora dela. E, para completar a receita de sucesso, temos uma senhora jornada do herói, com todos os seus infalíveis elementos dramáticos, incluindo o duelo final.
155 min.